f i l o s o f i a

Sabemos que a IPSS quer ser um sinal histórico do reino de Deus. Para que isso aconteça, a IPSS assume o compromisso de levar o evangelho todo para o homem todo. Estas duas afirmações, a respeito da Visão e Missão IPSS, podem ser adotadas por quase todas as igrejas cristãs. Mas cada igreja tem sua própria maneira de cumprir sua missão, e esta maneira peculiar é que distingue uma igreja da outra. Esta maneira peculiar, este jeito próprio de ser, chamamos de filosofia de ministério. A filosofia diz respeito às ênfases e valores peculiares de cada igreja local. É no conceito de filosofia que as comunidades deixam transparecer seu jeito de pensar e seus padrões de comportamento.

 

Nesse caso, não podemos encontrar uma filosofia de ministério comum a todas as Igrejas. Cada comunidade cristã é responsável por elaborar-discernir sua filosofia à luz de bases bíblicas e teológicas.

 

Não bastasse o padrão bíblico do Novo Testamento, a própria missão da IPSS a empurra para fora dos limites culto-clero-domingo-templo. Uma igreja que pretende levar o evangelho todo para o homem todo não pode ficar restrita a eventos esporádicos, principalmente aos finais de semana.

 

À luz desta compreensão, a IPSS declara que sua filosofia de ministério implica priorizar relacionamentos, envolvendo todos os seus participantes além dos limites culto-clero-domingo-templo. Esta declaração de filosofia traz consigo três princípios fundamentais da Escritura.

 

Em primeiro lugar, afirmamos que pessoas precisam de Deus; pessoas precisam de pessoas. Relacionamentos é a palavra chave da vida da IPSS. Toda a Escritura está alicerçada na afirmação de Deus: "Não é bom que o homem esteja só" (Gênesis 2: 18). Desde então, "melhor é serem dois do que um" (Eclesiastes 4: 12). Cremos na Igreja como corpo de Cristo, no sentido em que Cristo age no mundo através da Igreja (Atos 1: 1); isto é, Cristo age no mundo através de pessoas.

 

Discipulado se faz através de relacionamentos. Discipular é ensinar a guardar todas as coisas que o Senhor Jesus mandou (Mateus 28: 19, 20): mostrar o evangelho funcionando no dia-a-dia (II Timóteo 3: 10-12).

 

O cuidado do rebanho se faz através de relacionamentos, pois "admoestar os insubordinados, consolar os desanimados e amparar os fracos" é dever de todos os cristãos (I Tessalonicenses 5: 14), mesmo porque a dinâmica da igreja está alicerçada nos mandamentos recíprocos (uns aos outros), abundantemente enfatizados no Novo Testamento.

 

Ministérios são desenvolvidos através de relacionamentos. Ministério, serviço, diaconia, não é algo ligado a estruturas e programas, mas sim a pessoas. Não importa qual seja a área de atuação da igreja, a IPSS se propõe a desenvolvê-la através de relacionamentos. Não basta a oferta financeira mensal para missões, é necessário o contato com os missionários no campo. Não enfatizamos a evangelização em massa, mas sim o evangelismo pessoal. Não nos contentamos em distribuir cestas básicas aos necessitados, mas nos preocupamos em atender às necessidades integrais daqueles que recebem nossa ajuda. Enfim, valorizamos sempre o contato pessoa-pessoa.

 

Em segundo lugar, cremos que todo cristão é um ministro. Uma das mais extraordinárias verdades resgatadas pela Reforma Protestante foi a doutrina do sacerdócio universal de todos os cristãos. Isto é, todos os cristãos têm livre acesso a Deus por meio de Jesus Cristo, e todos os cristãos têm a autoridade e todos os recursos necessários para representar o Senhor Jesus no mundo.

 

Isto implica dizer que o ministério é tarefa de todo o povo de Deus, e não apenas dos ministros ordenados. Ministério não é apenas o trabalho dos pastores da Igreja. Todo serviço cristão realizado por amor a Cristo e ao próximo é ministério (gr. diakonia). O Espírito Santo dá dons e ministérios a todos e cada um dos cristãos (I Coríntios 12: 4-7, 11; II Pedro 2: 9, 10) e, justamente nesta compreensão, é que afirmamos que todo cristão é um ministro, o que justifica o fato de que a IPSS quer cumprir sua missão através de todos os seus participantes.

 

A edificação (crescimento qualificado) de uma comunidade cristã está na proporção direta de sua capacidade de mobilizar todos os seus membros à luz dos dons espirituais e ministérios pessoais.

  

Em terceiro lugar, cremos que a Igreja é o corpo vivo de Cristo. A ênfase em relacionamentos e a convicção de que todo cristão é um ministro, apontam para o fato de que a IPSS não é apenas uma "comunidade reunida para culto", mas um organismo vivo que, através de seus membros, se espalha por todos os lugares, todos os dias, fazendo tudo para a glória de Deus (I Coríntios 10: 31). O ministério de uma igreja não é medido pelo número de pessoas que freqüentam seus cultos, mas pela dinâmica de vida dessas pessoas no dia-a-dia da comunidade cristã e seu serviço no mundo.

 

Nesse contexto, os Pequenos Grupos e os relacionamentos intencionais em Discipulado ocupam lugar central no cotidiano IPSS. Pequenos Grupos são encontros de 3 a, no máximo, 14 pessoas, com afinidades, e comprometidas entre si, buscando aprofundar seus relacionamentos com Cristo e experimentar a realidade do Corpo, a partir de reuniões regulares. Já o Discipulado é o relacionamento intencional entre um cristão maduro com mais 3 a 5 discípulos, no intuito de ajudá-los no processo de amadurecimento cristão, enquanto o próprio discipulador também experimenta diariamente esse crescimento.

 

A IPSS, portanto, quer levar o evangelho todo ao homem todo, todos os dias, em todos os lugares, através de todas as atividades de todos os seus participantes. Mais uma vez, a palavra integral qualifica a IPSS e sua rede de relacionamentos e serviços.

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